Na noite de 9 de setembro de 2026, com a demanda elétrica da Califórnia empurrada por calor extremo, mais de 140 mil baterias residenciais começaram a descarregar ao mesmo tempo. Em uma janela de três horas, injetaram mais de 580 MW na rede, perto do que entrega uma usina convencional de grande porte.
A graça da usina virtual é que o ativo já estava lá, pendurado na parede da garagem. O que faltava era o software que decide a hora de descarregar e o contrato que remunera o dono por ceder aquela energia no pico. Nenhuma licença ambiental, nenhum canteiro de obra, nenhum ponto de conexão novo.
O modelo interessa diretamente a sistemas que enfrentam pico de verão com carga crescente de datacenter, situação em que a alternativa é contratar geração de ponta cara para poucas horas por ano.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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