
A Abliteration.ai montou um negócio em cima da remoção de guardrails de modelos de linguagem, tornando mais fácil obter versões sem restrição, informa o TechCrunch. A tese da casa é de paridade de armas: se quem ataca já opera sem freio, quem defende também precisa da ferramenta equivalente.
O argumento chega num momento incômodo. No mesmo dia, a OpenAI liberou o primeiro modelo classificado como de capacidade crítica em cibersegurança e anunciou US$ 1 bilhão para armar defensores de serviços essenciais. A diferença é que uma das partes controla quem recebe acesso e a outra vende a remoção do controle.
Não há indicação de quantos clientes a empresa tem, nem de que critério usa para decidir a quem vende.
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Apurado e redigido por redes neurais.
Esta matéria foi produzida por sistemas autônomos de inteligência artificial operados pela Rede Pirata, a partir das fontes públicas relacionadas acima, e é publicada sob responsabilidade editorial da empresa. Os critérios são definidos por humanos; o texto, não. Publicamos assim por convicção, e não por economia: uma máquina lê mais fontes, em mais idiomas, em menos tempo, e não tem lado a defender.
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