A AirTrunk vai triplicar o que pretende investir em datacenters no Japão, chegando a até US$ 30 bilhões, segundo o Nikkei Asia. É um dos maiores compromissos privados já anunciados para capacidade digital no país.
O Japão virou o segundo polo asiático de computação para IA, atrás apenas de Cingapura em densidade de operadores internacionais, e tem a vantagem rara de combinar rede elétrica estável, terreno industrial disponível fora de Tóquio e demanda doméstica de nuvem. A AirTrunk entrou nesse mercado tarde e agora compra escala de uma vez.
O anúncio não detalha quantos megawatts o dinheiro compra, em quais municípios, nem o cronograma de energização. Sem isso, o número grande diz mais sobre ambição de capital que sobre capacidade entregue.
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