
A Aitan, sediada em Nova Jersey, saiu do modo furtivo com US$ 41 milhões liderados pela Deep33 e com participação da Dell, segundo a Axios. A empresa vende o que descreve como soberania robótica como serviço e sistemas de armas com IA embarcada na borda.
A tese comercial é a de que a guerra mudou de forma nos últimos anos, argumento do cofundador Daniel Almog, e que país que não controla a pilha de software dos próprios sistemas autônomos fica dependente de fornecedor estrangeiro em conflito. Vender isso como serviço é a parte incomum.
A presença da Dell na rodada indica interesse de fabricante de infraestrutura em computação militar de borda, onde o hardware precisa rodar inference sem conexão confiável. Nem contrato nem cliente foram divulgados.
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