A Amazon anunciou quatro contratos de compra de energia com parques eólicos na Suécia, volume que aproxima a empresa de 1 GW contratado no país. No mesmo movimento, ampliou o PPA assinado em junho na Alemanha, o maior já fechado por lá, com 600 MW vindos do parque offshore Gennaker, no mar Báltico.
A lógica é conhecida e continua valendo: hyperscaler com carga de treinamento e inference crescendo precisa de eletricidade sem carbono contratada anos antes de o rack ligar. PPA de longo prazo trava preço e garante origem, e quem assina primeiro fica com os melhores pontos de conexão.
Os contratos são de compra de energia, não de construção de datacenter. A Amazon não detalhou quanto dessa geração vai para quais instalações nem o prazo de cada acordo.
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