A Aneel revogou as autorizações das usinas fotovoltaicas Jaguar 1 a 8, da Lightsource BP, joint venture em que a Petrobras detém 49,99%. O pedido partiu da própria empresa, que alegou condições desfavoráveis de preço da energia, curtailment e indisponibilidade de conexão à rede.
Oito projetos devolvidos de uma vez é um recado de engenharia antes de ser um recado financeiro: gerar não adianta quando não há fio para escoar, e o corte de geração por restrição operativa já transformou em prejuízo projetos que fechavam na planilha há três anos. O curtailment virou a variável que mata o investimento solar brasileiro antes da obra.
A capacidade total das oito usinas não foi divulgada na revogação, assim como o destino dos pontos de conexão liberados.
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