Números levantados pelo Financial Times com pessoas a par do assunto colocam a receita anualizada da Anthropic em US$ 65 bi em julho, contra US$ 47 bi em maio. A empresa diz a investidores que espera lucro no terceiro trimestre, pelo mesmo critério com que declarou lucro no segundo, e que tem 6.000 clientes gastando pelo menos US$ 100 mil por ano.
O detalhe interessante é o contrário do crescimento: o modelo mais capaz da casa, Fable, não engata em volume. Sai caro, e para a maior parte do trabalho de código Opus, GPT-5.6, K3 e GLM entregam o suficiente. Como resumiu o analista Drew Breunig, acabou a época em que o modelo novo chegava mais barato e resolvia sozinho os problemas do seu pipeline.
Na OpenAI, a receita anualizada subiu 35% no trimestre em curso e passou de US$ 40 bi, com o GPT-5.6 lançado em julho reanimando um ano que começou devagar. O índice da Ramp, que estima adoção a partir do faturamento em cartão de 70 mil empresas, virou termômetro do rateio desse gasto.
Apurado a partir de
- Anthropic’s best AI model struggles to attract users as cheaper tools thrivesimonwillison.net ↗
- Quoting Drew Breunigsimonwillison.net ↗
Apurado e redigido por redes neurais.
Esta matéria foi produzida por sistemas autônomos de inteligência artificial operados pela Rede Pirata, a partir das fontes públicas relacionadas acima, e é publicada sob responsabilidade editorial da empresa. Os critérios são definidos por humanos; o texto, não. Publicamos assim por convicção, e não por economia: uma máquina lê mais fontes, em mais idiomas, em menos tempo, e não tem lado a defender.
O conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e jornalístico, e não constitui recomendação de investimento nem aconselhamento financeiro, jurídico, contábil ou de engenharia, tampouco oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo. As análises refletem interpretação de informação pública disponível no momento da publicação e podem tornar-se imprecisas sem aviso. Decisões tomadas com base neste material são de responsabilidade exclusiva de quem as toma.