O Financial Times relata que a enxurrada de listagens de empresas de IA em Hong Kong passou a pesar contra o próprio mercado local. A emissão de ações avança num ritmo que o desempenho dos índices não acompanha.
O diagnóstico do jornal é de demanda global fraca por ações chinesas: há oferta de papel novo em abundância e comprador estrangeiro escasso. Quando isso acontece, cada nova estreia tira liquidez das que já estão negociando, em vez de atrair dinheiro de fora.
Para as empresas de IA na fila, o efeito prático é preço de entrada menor e janela mais estreita. A reportagem não quantifica o total emitido no período.
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