
A Cerebras começou a construir um datacenter de 165 MW em Mikkeli, no leste da Finlândia. A primeira fase, de 50 MW, já está em obras.
A escolha do local segue a lógica nórdica de sempre: clima frio que reduz gasto com refrigeração, rede elétrica com folga e energia de baixo carbono. Para a Cerebras, que vende sistemas baseados em processador do tamanho de um wafer, operar capacidade própria é também uma forma de garantir demanda para o próprio silício em vez de depender de nuvem de terceiros.
Os 165 MW não são um hyperscaler, mas colocam a empresa numa faixa relevante de oferta de inference na Europa, onde soberania de dado pesa na decisão de compra. Cronograma completo e valor do investimento não foram divulgados.
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