Fabricantes chineses de lógica e memória reuniram cerca de 343 scanners de litografia DUV de imersão da ASML entre 2012 e o início de 2026, segundo estimativa da consultoria CTS divulgada pela Tom's Hardware. Muitas dessas máquinas conseguem, com múltiplas passagens de exposição, chegar a nós equivalentes a 7 nm.
O número ajuda a dimensionar por que o embargo às ferramentas EUV não paralisou a indústria chinesa. DUV de imersão é a geração anterior, mais lenta e mais cara por wafer quando se força o nó, mas funciona. O custo aparece no rendimento e no tempo de ciclo, não na impossibilidade técnica.
A estimativa é de terceiro e trabalha com unidades acumuladas, sem dizer quantos scanners seguem operacionais nem como estão distribuídos entre SMIC, fabricantes de memória e linhas maduras. Sem esse detalhamento, o total serve para estimar teto de capacidade, não produção efetiva.
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