
A fatura média de eletricidade residencial nos Estados Unidos subiu 2,7% nos primeiros oito meses do ano, cerca de US$ 4 por mês na conta típica, segundo a atualização do painel de preços mantido pela Heatmap com o MIT. O ritmo repete 2024 e 2025 e supera 2021 e 2023.
A aceleração não está distribuída. Washington, Virgínia e Nova Jersey aparecem com altas de 7,5% ou mais em doze meses, resultado de demanda crescente e de pagamentos de capacidade no mercado da PJM, a região que abriga a maior concentração de datacenters do mundo. O Havaí, dependente de óleo importado, subiu mais de 8%.
É o número que sustenta a briga política em torno de quem paga a conta da expansão. Enquanto a alta aparece no boleto do morador de Loudoun ou de Nova Jersey, cada nova regra tarifária para carga intensiva ganha apelo eleitoral.
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