O governo de Lee Jae Myung apresentou o maior aumento de gastos já registrado no orçamento sul-coreano, com a receita extra do ciclo de alta da memória sendo canalizada para investimento em tecnologia, segundo o Financial Times. A lógica é converter um pico de preços de DRAM em capacidade produtiva que sobreviva ao ciclo.
A Coreia do Sul é o país que mais lucra com a escassez global de memória, e também o mais exposto quando ela terminar. Amarrar a arrecadação extraordinária a um programa plurianual de tecnologia é a tentativa de trocar receita cíclica por infraestrutura permanente.
O plano ainda precisa passar pelo parlamento, e o texto disponível não detalha quanto vai para semicondutores, datacenter ou pesquisa em IA.
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