A Coreia do Sul pretende erguer oito usinas nucleares em território americano, com investimento de US$ 120 bilhões, segundo o Nikkei Asia. O número coloca o programa entre os maiores compromissos privados estrangeiros já direcionados à geração elétrica nos Estados Unidos.
A aposta coreana em reatores de projeto próprio exportados chega a um mercado onde a demanda por energia despachável voltou a crescer depois de duas décadas estagnada, pressionada pela carga de datacenters. Nuclear é a resposta mais citada e a mais lenta: entre decisão e primeiro megawatt, a conta se mede em anos.
O reporte não detalha localização dos sítios, cronograma de licenciamento junto ao regulador nuclear americano nem quem compra a energia. Sem contrato de longo prazo e sem licença, oito usinas são um plano de capital, não um plano de obra.
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