
O custo total de energia no atacado do PJM, maior operador de rede dos Estados Unidos, chegou a US$ 56,7 bi no ano até agora, alta de 46%. Os datacenters respondem por 9% desse valor, de acordo com o monitor de mercado da própria interconexão.
O número é politicamente explosivo justamente por ser mensurável. Enquanto o debate sobre quem paga a conta da IA corria em anedota, agora existe um percentual auditado circulando em audiência pública, e ele separa energia de capacidade: a alta veio dos dois componentes, com o mercado de capacidade cobrando caro a escassez de geração despachável.
O monitor não projetou a fatia dos datacenters para os próximos anos, e a fila de conexão do PJM segue com muito mais pedido do que megawatt disponível.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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