
Documentos internos da OpenAI descrevem times de contratados que avaliam prompts e conversas anonimizadas para melhorar os modelos, segundo reportagem de Joseph Cox na 404 Media. Nos planos voltados ao consumidor, a opção de usar o conteúdo em treinamento vem ativada por padrão.
O detalhe que importa é o conteúdo: conversas de ChatGPT frequentemente carregam informação pessoal e sensível, do laudo médico ao contrato que o usuário colou para pedir um resumo. Anonimização remove identificadores, não remove o teor.
A prática não é exclusividade da OpenAI e nem é ilegal, mas chega em péssima hora para o discurso comercial do setor, que vem tentando convencer clientes corporativos de que o dado deles não vaza para o treinamento.
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