Materiais internos da ZRON, empresa chinesa de invasão por encomenda, mostram o uso de sistemas de IA para transformar dados roubados de governos estrangeiros em material consumível por forças policiais, de acordo com o Wall Street Journal. Entre os alvos citados estão Rússia e Paquistão.
O ponto técnico é o beneficiamento. Exfiltrar terabyte de documento em idioma estrangeiro sempre foi mais fácil do que ler: o gargalo do espião é analista, não banda. Modelos de linguagem atacam exatamente esse gargalo, resumindo, traduzindo e indexando o acervo para quem paga.
O Journal não informa quais modelos a empresa emprega, se são abertos ou comerciais, nem o tamanho do negócio. Também não há indicação de que algum fornecedor ocidental tenha sido usado.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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