A memória virou o silício mais valioso por milímetro quadrado. Segundo levantamento do Tom's Hardware, o valor de um die de DRAM por unidade de área já supera o de chips lógicos fabricados em nó avançado, a ponto de fabricantes de memória potencialmente arrecadarem mais por wafer do que a TSMC cobra por um wafer N3.
A inversão é notável porque DRAM sempre foi a commodity da cadeia: nó mais atrasado, margem apertada, ciclo brutal de preço. O que mudou foi a demanda de HBM e de memória para servidores de IA, que consome capacidade de fabricação e empurra o preço da parte convencional junto.
A comparação é de valor por área, não de margem: o custo de produção de cada wafer não foi detalhado, e o número trata de potencial de receita, não de lucro apurado.
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