A Enveda captou US$ 311 milhões numa rodada que colocou a empresa em US$ 2 bilhões de avaliação. A tese é garimpar moléculas de origem natural com modelos de aprendizado de máquina e empurrá-las para testes em humanos.
Dois programas estão em teste: um para condições de pele e outro voltado a preservar a perda de peso depois que o paciente interrompe o uso de análogos de GLP-1, o mercado que Ozempic e similares criaram e que ainda não resolveu o efeito rebote.
A rodada equivale a 15,6% do valuation, proporção alta que sugere financiamento de ensaio clínico, a fase em que descoberta assistida por IA deixa de ser barata. Quando os dados clínicos saem não foi divulgado.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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