Washington e Pequim acertaram a criação de um canal bilateral sobre riscos de inteligência artificial, batizado de Super Intelligence Dialogue, e de uma linha separada para comunicação de incidentes. A informação é de reportagem de Ben Berkowitz na Axios. A comparação que circula entre os envolvidos é com o telefone vermelho montado entre americanos e soviéticos depois da crise dos mísseis.
A estrutura reconhece um problema operacional concreto: quando um sistema de IA se comporta de forma inesperada em algo sensível, não existia até agora com quem falar do outro lado em prazo útil. O fórum trata de risco de longo prazo; a linha de incidentes trata do que acontece às três da manhã.
Não foi divulgado quem ocupa as cadeiras, com que frequência o diálogo se reúne, o que conta como incidente reportável nem se há qualquer obrigação de notificação. Sem isso, o acordo é um compromisso de conversar, e o teste dele será o primeiro evento real que alguém precisar comunicar.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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