
Os Estados Unidos pressionaram os membros do G20 a adotar mão leve na regulação de inteligência artificial, segundo a Reuters. O argumento: em vez de criar arcabouços inteiramente novos, os países deveriam limitar regras às situações consideradas inéditas, aquelas em que a tecnologia cria um problema que nenhuma lei vigente alcança.
A posição contrasta com o caminho europeu, de legislação horizontal e específica, e chega enquanto vários países ainda calibram seus próprios textos. Para quem opera modelos em várias jurisdições, o custo de conformidade depende exatamente dessa escolha entre lei nova e adaptação da lei antiga.
O G20 não produz norma vinculante. Produz linguagem comum, que depois reaparece em projetos nacionais.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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