Dois ex-engenheiros da Groq entraram com ação no tribunal de Delaware contra o conselho da empresa, questionando o acordo de licenciamento de US$ 20 bilhões firmado com a NVIDIA, negócio que sustenta o chip de inferência Groq 3.
Delaware é onde brigas societárias americanas se decidem, e a tese costuma ser a mesma: administradores que teriam aprovado uma transação em condições ruins para parte dos acionistas. O conteúdo exato das alegações e a resposta da Groq ainda não foram detalhados.
O que importa aqui é o objeto da disputa. Um contrato dessa ordem entre uma concorrente de inferência e a NVIDIA diz mais sobre a arquitetura do mercado de aceleradores do que sobre a briga entre as partes.
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