A Factory levantou US$ 200 milhões a uma avaliação de US$ 5 bilhões, segundo o Wall Street Journal. Em abril a empresa valia US$ 1,5 bilhão: a marcação mais que triplicou em pouco mais de um semestre. Entram na rodada a Khosla Ventures, a Blackstone e Marc Benioff.
O produto são os Droids, agentes de programação que escolhem qual modelo usar conforme a complexidade da tarefa. É a tese de que o valor migra do modelo para a camada de orquestração: tarefa trivial vai para o modelo barato, tarefa difícil sobe para o caro, e a margem nasce dessa diferença.
A aposta tem um flanco óbvio. Se os laboratórios embutirem roteamento parecido nas próprias APIs, a camada intermediária fica espremida entre quem treina o modelo e quem escreve o código.
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