Os fundos de growth do private equity registraram entrada recorde de recursos no primeiro semestre, segundo o Financial Times. A retomada da captação vem sendo puxada pelo apetite por exposição a inteligência artificial e por avaliações que, em parte do mercado, seguem abaixo do topo de 2021.
Growth equity ocupa o espaço entre venture e buyout: cheques grandes em empresas que já têm receita, sem alavancagem pesada. É o veículo natural para quem quer entrar em infraestrutura e software de IA depois da fase de risco puro, mas antes do IPO.
O recorde diz mais sobre alocação institucional do que sobre fundamentos das investidas. Dinheiro captado precisa ser aplicado, e volume de capital disponível costuma antecipar pressão de alta nos preços de rodadas dos próximos trimestres.
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