
A Gartner calcula que o mundo gastará US$ 2,7 trilhões com inteligência artificial em 2026, quase metade a mais que no ano anterior. A consultoria atribui a maior parcela do salto à montagem de capacidade de datacenter, e não a software ou serviços.
Um crescimento de 49,5% em cima de uma base já trilionária significa que o setor terá de encontrar, em doze meses, energia, terreno, transformadores e silício para sustentar quase um trilhão de dólares de gasto incremental. É exatamente aí que os gargalos físicos aparecem: subestação, turbina, memória HBM e linha de empacotamento avançado não escalam em 49% por decisão de orçamento.
Projeção de consultoria é estimativa, não apuração de receita realizada, e a Gartner não abriu no material a divisão entre hardware, energia e software. O número serve como ordem de grandeza da corrida, não como contabilidade.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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