O Gartner estima que o mundo gaste US$ 2,7 trilhões com inteligência artificial em 2026, crescimento de 49,5% sobre 2025. A projeção é da consultoria, não de dado apurado de balanço: trata-se de previsão agregada de servidores, software, serviços e infraestrutura associada.
O peso continua concentrado em ferro e obra civil. A demanda por capacidade de computação, segundo a casa, é o componente que sustenta o avanço, o que coloca fabricantes de acelerador, integradores e operadores de datacenter na ponta receptora da maior fatia.
O Gartner não detalhou, no material divulgado, a abertura por categoria nem a metodologia de consolidação entre capex de nuvem e gasto corporativo direto, distinção que muda bastante a leitura de quem vende para empresa.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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