A GMI Cloud, provedora de servidores com chips Nvidia para empresas, captou US$ 668 milhões entre equity e dívida. A parcela em ações somou US$ 223 milhões, liderada pela ARCHIV e com participação da própria Nvidia; os outros US$ 445 milhões saíram como crédito liderado pelo banco taiwanês CTBC, segundo o The Information.
A proporção conta a história: dois terços do dinheiro são dívida, padrão que virou regra entre neoclouds, onde a GPU serve de garantia e o fluxo de aluguel paga o empréstimo. A Nvidia entrando no capital de um cliente que compra suas placas fecha um circuito que o mercado já vem olhando com atenção, a ponto de a fabricante discutir com seguradoras produtos para proteger credores desse tipo de operação.
A empresa tem cinco anos e não divulgou capacidade instalada, contratos âncora nem prazo do crédito do CTBC, os três números que diriam se a dívida se paga.
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