
O presidente Prabowo Subianto lançou um programa para instalar 100 GW de energia solar na Indonésia. A cifra é enorme para qualquer país e coloca o arquipélago numa ambição de geração comparável à de mercados muito maiores.
O contexto regional é o que dá peso ao anúncio: o Sudeste Asiático virou destino de datacenter justamente por disponibilidade de terra e energia, e Johor e Jacarta disputam a mesma demanda. Geração nova em volume é o insumo que decide quem consegue atender carga de IA no fim da década.
O anúncio não vem acompanhado, nos dados disponíveis, de cronograma, modelo de financiamento ou plano de transmissão, que costumam ser onde programas solares dessa escala travam.
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