
O parque de datacenters voltados a IA no Japão deve chegar a quatro vezes o tamanho atual até 2033, puxado por cerca de US$ 60 bi em investimentos, segundo o Nikkei Asia. É um movimento de escala nacional num país onde terreno, energia firme e refrigeração nunca foram baratos.
O gargalo japonês é conhecido: rede elétrica fragmentada entre frequências diferentes, dependência de importação de combustível e um parque nuclear que voltou devagar depois de Fukushima. Cada gigawatt novo de carga contratada obriga a discutir de onde vem o elétron antes de discutir de onde vem o rack.
O valor é agregado e não detalha quais operadores entram, em que regiões, nem o ritmo ano a ano da expansão.
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