
Em conversa com Mishal Husain, da Bloomberg, Kai-Fu Lee sustenta que as empresas chinesas de IA vêm fechando o intervalo em relação às americanas apesar de anos de controle de exportação sobre aceleradores avançados. A tese central: o trunfo da China está nos modelos de pesos abertos, que se espalham sem depender de licença comercial.
Lee liga esse ponto à adoção em países em desenvolvimento, onde custo e soberania pesam mais que o último ponto de benchmark, e trata as restrições americanas como um atraso que não virou bloqueio. Ele também comenta o efeito da IA sobre empregos.
É posição de um investidor com interesse declarado no ecossistema chinês, não apuração independente. Ainda assim, a leitura casa com movimentos concretos, como o esforço da DeepSeek para montar cluster de mais de 160 mil aceleradores Ascend da Huawei.
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