O presidente Lee Jae-myung determinou que a burocracia sul-coreana acelere a implantação dos hubs de inteligência artificial previstos em um plano de US$ 589 bilhões, de acordo com o Nikkei Asia. A ordem é de calendário: o dinheiro já estava anunciado, o que faltava era velocidade.
A Coreia do Sul tem uma posição incomum nessa corrida. É dona das duas maiores fabricantes de memória HBM do mundo, Samsung e SK hynix, e ao mesmo tempo depende de importar aceleradores para rodar os próprios modelos. Construir capacidade doméstica de computação é tentativa de fechar esse circuito em casa.
O que o despacho não esclarece é o essencial para quem planeja: cronograma por fase, quanto sai do orçamento público e quanto vem de capital privado, e de onde virá a energia. Hub de IA em escala de centenas de bilhões é, antes de tudo, um problema de rede elétrica e de conexão.
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