
Loft Orbital, Marlan Space e Mistral assinaram um contrato de US$ 1 bi para colocar computação no espaço, com uma constelação planejada de 50 satélites, informou o Data Center Dynamics. A francesa Mistral entra como a parte de modelos do arranjo.
A tese por trás é simples de enunciar e difícil de executar: no espaço há energia solar sem intermitência atmosférica e vácuo de graça, o que resolve dois problemas terrestres de uma vez. Em troca, você herda o pior problema térmico da engenharia, porque sem ar não há convecção, e todo calor precisa sair por radiação.
O anúncio não detalha cronograma de lançamento, potência por satélite, capacidade agregada de processamento nem como fica a latência de ida e volta para carga de inference.
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