
A Anthropic comunicou em 11 de agosto que todos os modelos Claude daqui em diante vão gerar texto com marca d'água identificando a origem como máquina, segundo a IEEE Spectrum. A técnica é derivada da que o Google usa nas respostas do Gemini. A OpenAI ainda não implantou a sua, mas declarou que pretende implantar.
O empurrão é regulatório. O AI Act europeu exige marcação para modelos lançados depois de 2 de agosto de 2026, e a obrigação vale também para imagem, áudio e vídeo. Em mídia, marca d'água é assunto antigo; em texto puro, é bem mais delicado, porque o sinal precisa ser embutido na escolha das palavras.
Daí o custo apontado pela reportagem: marcar texto pode degradar a qualidade da saída para quem só quer o melhor resultado possível. Quanto, ninguém quantificou publicamente.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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