
A Meta chegou a desenhar uma redução de até 60% no tamanho de várias equipes, em duas ondas, como parte de um projeto para tornar a empresa "AI native". Os documentos internos foram obtidos pela Reuters, em reportagem de Katie Paul. O plano foi engavetado.
Dois fatores travaram a operação, segundo a apuração: a reação dos funcionários e a própria medição de resultados, que mostrou os agentes de IA rendendo menos do que a tese exigia. É um dado raro nesse debate, porque vem da telemetria de quem tentou substituir trabalho humano por agente em escala e olhou o número depois.
O alcance do que efetivamente foi executado antes do recuo não está claro, nem quais equipes entrariam na primeira onda. Fica de pé o registro de que a maior aposta corporativa em automação de times, dentro de uma empresa que constrói modelos de fronteira, não passou do papel.
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