
A Meta está testando robôs capazes de executar trabalho físico de datacenter: trocar cabos, reiniciar servidores e outras rotinas hoje feitas por técnicos, segundo reportagem da WIRED. Parte dos trabalhadores ouvidos teme pelo emprego.
A tarefa é mais difícil do que parece. Corredor de datacenter é ambiente estruturado, o que ajuda, mas encaixar um conector óptico exige precisão de dedo humano, e servidor com defeito costuma apresentar o problema fora do manual. É automação de manipulação fina, não de esteira.
O incentivo econômico é claro: campus de gigawatt exige equipe de manutenção proporcional, e mão de obra técnica qualificada perto de subestação nova é escassa em várias regiões. Não há informação sobre escala de implantação nem sobre quantos sítios já operam com os robôs.
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