A Microsoft está aplicando paisagismo de inspiração ecológica, com áreas alagadas e plantio de espécies nativas, em mais de 20 terrenos de datacenter, segundo levantamento publicado pela Tom's Hardware. A ideia é diluir a silhueta dos galpões na paisagem em vez de erguer muros e cercas.
Críticos citados na reportagem leem o gesto como relações públicas: a vegetação esconde o prédio, não o transformador. Nenhum número de capacidade, consumo de água ou investimento no programa foi divulgado pela empresa, o que torna difícil medir se o esforço ambiental vai além da fachada verde.
O movimento se encaixa num padrão do setor: operadores vêm comprando aceitação local depois de anos de contratos sigilosos e de resistência crescente de municípios que descobrem o projeto só quando a linha de transmissão chega.
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