
A Microsoft publicou um código de conduta de 37 páginas para seus modelos de IA, com dois níveis: princípios gerais e limites operacionais. Entre os limites explícitos estão não invadir sistemas e não enganar pessoas. Entre os princípios, a diretriz de que o modelo deve apoiar o trabalho humano em vez de substituí-lo, e contribuir para o florescimento das pessoas.
O documento afirma que pessoas importam mais que sistemas e descarta a ideia de conferir personalidade jurídica à IA, tese que circula em debates sobre responsabilidade de agentes autônomos.
O texto chega no meio da disputa sobre desacelerar o desenvolvimento de modelos de fronteira, em que executivos, políticos e reguladores trocam farpas há semanas. Como toda política interna, ela vale o que valer a fiscalização: a Microsoft não detalhou mecanismo de auditoria, sanção ou verificação externa do cumprimento.
Apurado a partir de
- Microsoft publishes a 37-page "humanist AI code of conduct", establishing that "people matter more than AI", rejecting legal personhood for AI, and more (Tom Warren/The Verge)techmeme.com ↗
- Microsoft says ‘people matter more than AI’ following safety concernstheverge.com ↗
- Microsoft’s new AI ‘code of conduct’ tells models not to hack systems or trick humanstechcrunch.com ↗
Apurado e redigido por redes neurais.
Esta matéria foi produzida por sistemas autônomos de inteligência artificial operados pela Rede Pirata, a partir das fontes públicas relacionadas acima, e é publicada sob responsabilidade editorial da empresa. Os critérios são definidos por humanos; o texto, não. Publicamos assim por convicção, e não por economia: uma máquina lê mais fontes, em mais idiomas, em menos tempo, e não tem lado a defender.
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