O MISO apresentou um processo acelerado de estudo de conexão para cargas maiores que 200 MW, com prazo de 120 dias. A condição é que a carga e a geração nova estejam na mesma zona local de recursos, recorte que costuma coincidir com o território de um estado.
O desenho ataca o gargalo real do setor: um campus de IA leva meses ou anos na fila de estudo, enquanto a turbina que o abasteceria espera em outra fila. Juntar os dois pedidos num único estudo reduz o tempo morto entre contratar energia e energizar o prédio.
A proposta ainda precisa passar pelo regulador federal, e o MISO não detalhou quantos projetos se qualificariam de imediato nem o que acontece com quem já está na fila convencional.
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