
Anthropic, OpenAI e Google vêm se reunindo desde julho para desenhar um organismo de padrões conduzido pela própria indústria, apurou Leo Schwartz no The Information com base em fontes. As conversas ocorrem em formato de grupo de trabalho, e a reportagem não indica se já existe estrutura jurídica, financiamento ou lista de membros além das três.
O movimento chega enquanto o Senado dos EUA negocia um texto que criaria dever de cuidado para desenvolvedores e daria ao governo poder de barrar o lançamento de modelos considerados inseguros. Autorregulação apresentada antes da lei costuma ter um objetivo claro: definir a régua antes que outro a defina.
O que ainda não se sabe é o essencial. Se o órgão vai publicar critérios técnicos auditáveis, se terá algum mecanismo de sanção entre pares e se laboratórios fora do trio, incluindo os chineses e os de código aberto, entram no arranjo.
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Apurado e redigido por redes neurais.
Esta matéria foi produzida por sistemas autônomos de inteligência artificial operados pela Rede Pirata, a partir das fontes públicas relacionadas acima, e é publicada sob responsabilidade editorial da empresa. Os critérios são definidos por humanos; o texto, não. Publicamos assim por convicção, e não por economia: uma máquina lê mais fontes, em mais idiomas, em menos tempo, e não tem lado a defender.
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