
A OpenAI anunciou o Astra for Law, versão do seu produto para escritórios de advocacia, com fluxos configuráveis por banca, integração com fontes de dados jurídicos e controles de confidencialidade adequados a informação de cliente. É o movimento clássico de plataforma que decide subir a pilha e vender aplicação, não só API.
A empresa não divulgou preço, data de disponibilidade geral, escritórios participantes nem qualquer medida de desempenho em tarefa jurídica. Sem esses itens, o que existe é o anúncio de um produto, não evidência de que ele substitua as ferramentas já instaladas nas bancas.
O endereçamento é grande: pesquisa de jurisprudência, revisão de contrato e due diligence estão entre as tarefas com mais tolerância a rascunho automatizado e mais exigência de rastreabilidade. Quem já vende software para esse público passa a concorrer com o dono do modelo que roda por baixo.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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