
A OpenAI está financiando a criação de dados biológicos novos, reportou a MIT Technology Review. O diagnóstico por trás da iniciativa é que o gargalo dos modelos aplicados à biomedicina não é mais parâmetro nem compute: é medida experimental que ninguém nunca publicou.
A reportagem parte de uma proposta da analista de política de ensaios clínicos Ruxandra Teslo, que sugeriu garimpar falências de biotechs para comprar, em processo de recuperação judicial, submissões regulatórias, estratégias de fabricação e dados de segurança que normalmente ficam trancados como segredo industrial.
A diferença entre as duas abordagens é de custo e de tempo. Comprar arquivo de empresa morta é barato e imediato; encomendar experimento novo é caro e lento, mas gera dado exclusivo, que nenhum concorrente treinou. A matéria não detalha valores nem parceiros de laboratório.
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