
Reportagem de Emily Forlini na Fortune afirma que a OpenAI modificou diversos benchmarks de avaliação do GPT-6 Astra desde o post que anunciou o modelo, na tarde de 3 de setembro. As alterações continuaram depois do lançamento, e o efeito líquido, segundo a apuração, favorece o desempenho do próprio Astra.
O detalhe incômodo não é o número em si, é o processo: mexer na régua depois de divulgar a medição transforma o material de marketing em alvo móvel. Quem compara modelos para decidir contrato precisa de uma linha de base estável, e uma página que muda sem changelog não serve para isso.
O episódio cai num momento em que a aferição externa do Astra já vinha desconfortável. Em índice independente de agentes de código da Artificial Analysis, o modelo apareceu com 67 pontos, empatado com o Claude Opus 5 e abaixo do líder da lista. Não está claro quantas métricas foram tocadas nem se a OpenAI vai publicar histórico de revisões.
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