Paul Dix argumenta, em texto sobre o fim da programação, que o caso de uma base de código de 1 milhão de linhas escrita por IA e depois refinada ao longo de meses até se tornar software estável, hoje instalado em milhões de máquinas de desenvolvedores, não deveria ser minimizado. É posição dele, não medição independente.
A objeção que ele antecipa é a mais óbvia: havia um oráculo, ou seja, uma implementação de referência para comparar resultado, o que torna a tradução de uma linguagem para outra um problema mais fácil. Dix responde que isso não diminui o feito, e propõe uma condição operacional: com sistema de verificação e direção adequada, o modelo itera até funcionar.
A tese tem o mérito de ser conferível. Ela desloca o gargalo do gerador para o verificador, o que significa que a produtividade de agentes de código passa a depender de quão bom é o teste automático disponível, não de quão esperto é o modelo.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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