
Autoridades americanas ouvidas pela Bloomberg afirmam que a confiança excessiva no sistema Maven, da Palantir, esteve entre os fatores que levaram ao ataque de míssil de fevereiro no Irã que matou 123 crianças. A apuração do Pentágono lista ainda inteligência defeituosa e imagens de satélite desatualizadas.
O caso põe uma etiqueta de consequência em algo que até agora circulava como debate teórico sobre automação militar. O Maven processa imagens e sinais para acelerar a seleção de alvos, e o problema descrito pelos investigadores não é o modelo errar sozinho: é a cadeia humana aceitar a saída dele sem o ceticismo que aplicaria a uma fonte comum.
É o segundo episódio conhecido da mesma guerra em que sistemas de IA entram no relato de quase-desastre, depois do relatório de inteligência gerado por modelo que alucinou carga nuclear em um navio chinês.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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