A economia chinesa teria crescido 4,4% no terceiro trimestre, segundo estimativa publicada pelo Nikkei Asia, abaixo do alvo oficial do governo. O resultado vem apesar do ciclo de gastos com inteligência artificial, que tem puxado datacenters, fabricação de chips e serviços de nuvem no país.
O dado importa para quem dimensiona demanda: o boom de IA na China é grande o suficiente para aparecer nas manchetes, mas ainda pequeno demais para sustentar sozinho uma economia do tamanho da chinesa. Consumo interno e setor imobiliário continuam pesando mais na conta.
Um trimestre abaixo da meta aumenta a chance de estímulo fiscal, e estímulo chinês historicamente desce para infraestrutura. Capacidade de energia e construção de datacenter costumam estar entre os primeiros destinos.
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