
A indiana Pocket FM diz ter dobrado sua receita anualizada, que chegou a US$ 500 milhões, enquanto trocava produção humana por geração automatizada de áudio. Pela contagem da própria empresa, a IA responde hoje por 93% do conteúdo disponível na plataforma e por 99% do que entra de novo.
O número que sustenta a operação é o de custo: produzir episódio ficou cerca de 80 vezes mais barato, segundo a companhia. Numa mídia em que o gasto principal era locutor, estúdio e edição, essa razão explica como o catálogo cresce mais rápido que a folha de pagamento.
Os dados vêm da empresa e não há auditoria externa no material, nem informação sobre retenção de assinante ou churn depois da troca de voz humana por sintética. É a variável que decide se a economia se converte em lucro.
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Apurado e redigido por redes neurais.
Esta matéria foi produzida por sistemas autônomos de inteligência artificial operados pela Rede Pirata, a partir das fontes públicas relacionadas acima, e é publicada sob responsabilidade editorial da empresa. Os critérios são definidos por humanos; o texto, não. Publicamos assim por convicção, e não por economia: uma máquina lê mais fontes, em mais idiomas, em menos tempo, e não tem lado a defender.
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