
A procuradoria municipal de San Francisco exigiu que a Meta explique como anúncios de abuso sexual infantil produzidos por IA circularam repetidas vezes no Facebook e no Instagram, e que pare de permitir a veiculação. A informação é da WIRED.
A resposta da empresa foi jurisdicional: a Meta sustenta que esses anúncios não estão sob a alçada do município. A discussão, portanto, começa antes do mérito, na competência de quem cobra.
O caso importa além do episódio porque testa a moderação de peças publicitárias geradas por máquina, volume que cresce mais rápido do que a capacidade de revisão manual. Nenhum dos lados divulgou quantos anúncios foram veiculados nem por quanto tempo.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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