
A Quintessent levantou US$ 40 milhões para desenvolver interconexões ópticas para IA, com a Ciena entre os investidores. A aposta técnica é usar arseneto de gálio em links DWDM, no lugar do fosfeto de índio, material hoje restrito na cadeia de fornecimento.
A escolha é de engenharia e de logística ao mesmo tempo. Laser em fosfeto de índio é o padrão da óptica de datacenter, e a oferta de substrato desse material é concentrada em poucos fornecedores. Arseneto de gálio tem base industrial mais larga, herdada de LED e de RF, o que muda o cálculo de escala quando a demanda por óptica de rack sai de milhões para dezenas de milhões de canais.
DWDM empilha vários comprimentos de onda na mesma fibra, o que aumenta a banda por porta sem multiplicar cabo. É exatamente o gargalo de quem monta cluster grande: cobre não vai longe e fibra custa em quantidade de transceptor.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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