
No lote da primavera de 2026 da Y Combinator, apenas 4% das startups têm um aplicativo mobile nativo como produto central, contra 15% em 2013, segundo reportagem de Parmy Olson na Bloomberg. O foco migrou para IA e agentes.
O dado convive com outro, aparentemente contraditório: os lançamentos na App Store da Apple saltaram cerca de 80% no início do ano, empurrados justamente pela facilidade de gerar código com IA. Ou seja, fazer app ficou trivial, e por isso deixou de ser o negócio em si.
A leitura prática é de onde os fundadores acham que está o valor defensável agora: na camada de agente e integração, não na interface de toque.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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