A Firebird, empresa americana, constrói na Armênia um datacenter de 300 MW projetado para abrigar mais de 70 mil chips da Nvidia até 2027, segundo a Bloomberg. Para efeito de escala, é uma instalação do porte das maiores da Europa Ocidental, plantada num país de menos de 3 milhões de habitantes que já foi polo eletrônico soviético.
O ponto sensível é o controle de exportação. Fontes ouvidas pela Bloomberg afirmam que Donald Trump prometeu liberar as licenças necessárias para que aceleradores Nvidia cheguem à Armênia, país que faz fronteira com Irã e Turquia e está na órbita histórica de Moscou. A Casa Branca não detalhou volume nem modelo autorizado.
Falta também o mais caro da conta: de onde sai a energia firme para 300 MW e quem banca a rede. Nada disso foi divulgado.
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