
A Besxar, fundada por um ex-diretor técnico da OpenAI, completou seu primeiro voo com a SpaceX e recuperou amostras de wafer produzidas no vácuo do espaço sem contaminação, segundo a EE Times. A aposta é usar o vácuo orbital como ambiente de crescimento de substratos de semicondutores compostos.
O argumento físico é direto: manter vácuo ultra-alto em fab terrestre custa caro em bomba, câmara e manutenção, enquanto em órbita ele é a condição padrão. Semicondutores compostos, usados em RF e potência, são sensíveis a impureza de superfície, o que torna o ganho potencialmente relevante.
Falta tudo que decide o caso: volume por voo, custo por wafer, rendimento e como se compara a um reator terrestre. Uma amostra recuperada limpa é prova de conceito, não linha de produção.
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